VIA-CRÚCIS NA PAROQUIA SANTA TERESINHA EM SEROPÉDICA

31/03/2013 16:43

 

 A Procissão teve inicio no dia 29/03 em duas Igrejas Católicas da Paroquia Santa Teresinha, na Igreja Santo Antônio saíram as mulheres transportando a imagem de Nossa Senhora, e os Homens  saíram em procissão  da Igreja São Sebastião transportando a imagem de Cristo com a Cruz nas Costas. Centenas de fieis das duas procissões se encontraram no campinho de Areia Bairro Boa Esperança e juntos seguiram em procissão para Igreja Santa Teresinha rezando o terço em reflexão as quatorze estações da Paixão e morte de Cristo. Em sua pregação o Padre Fabio de Melo Gonçalves fala sobre o sofrimento de Cristo na Via Crúcis e pede orações pelo sofrimento das famílias nos dias atuais. No corredor da reflexão, o consumo de drogas entre os jovens, o alcoolismo, o abandono das crianças, e a destruição do lar. No final o Padre Fabio agradece ao Secretário de Comunicação Turismo e Eventos Thiago Ribeiro pelo apoio da Prefeitura Municipal de Seropédica.

                                         Agonia de Jesus no Horto

 

Um anjo do céu vem confortá-lo porque agora ele entrava numa verdadeira agonia e seu sofrimento era tão intenso que seu suor se tornava em sangue e corria em gotas.

 

"Ninguém crê realmente que suei sangue naquela noite no Getsêmani, e poucos creem que sofri muito mais nessas horas do que na crucifixão. Foi mais doloroso porque Me foi manifestado claramente que os pecados de todos eram tornados Meus e Eu devia responder por cada um. Assim, Eu, inocente, respondi ao Pai como se fosse verdadeiramente culpado de iniquidade. Eu, puro, respondi ao Pai como se estivesse manchado de todas as impurezas que vós, Meus irmãos, tendes praticado, desonrando a Deus, que vos criou para que sejais instrumentos da grandeza da criação e não para desviar a natureza que vos foi concedida... Portanto, fui feito ladrão, assassino, adúltero, mentiroso, sacrílego, blasfemo, caluniador e rebelde ao Pai, a quem sempre amei."

 

"Não podes encontrar semelhança a este gênero de sofrimento, porque o homem que peca compreende, com Minha luz, a parte que lhe cabe e, muitas vezes, imperfeitamente, não vê como é o pecado diante de Mim. Por isso, é claro que somente Deus pode conhecer o que é uma ofensa feita a Ele. No entanto, a Humanidade deveria poder oferecer à Divindade um pleno conhecimento e a verdadeira dor e arrependimento; E posso fazê-lo todas as vezes que quiser, oferecendo precisamente o Meu conhecimento que operou em Mim, Homem, com a humanização das ofensas contra Deus. Este foi o Meu desejo: que o pecador arrependido, por Meu intermédio, tivesse como apresentar a seu Deus o conhecimento da ofensa cometida e que Eu, em Minha Divindade, pudesse acolher do homem também a compreensão plena do que fez contra Mim." 

"Pai, se é possível afasta de Mim este Cálice. Mas não se faça Minha Vontade e sim a Tua". Disse assim no cúmulo da amargura, quando o peso que caía sobre Mim era tão sangrento que Minha alma se encontrava na mais inverossímil escuridão."

 

 "Afasta, ó Pai, este amarguíssimo Cálice que Me apresentas e que, ao vir a este mundo, no entanto, aceitei por Teu amor. Cheguei a um ponto em que não reconheço nem a Mim mesmo. Tu, ó Pai, fizeste do pecado uma como herança Minha e isto torna insuportável Minha presença diante de Ti, que Me amas. A ingratidão dos seres humanos já Me é conhecida, mas como suportarei ver-Me sozinho? Deus Meu, tem piedade da grande solidão em que Me encontro!"

 

"Mas logo prossegui: É justo, Pai Santo, que Tu faças de Mim tudo o que quiseres. Minha vida não é Minha, pertence-Te toda. Quero que não se faça Minha vontade mas a Tua. Aceitei uma morte de Cruz; aceito também a morte aparente de Minha Divindade. É justo. Tudo isto devo Te dar e, antes de tudo, devo oferecer-Te o holocausto da Divindade que, no entanto, une-Me a Ti. Sim, Pai, confirmo, com o Sangue que vês, Minha doação; confirmo, com o Sangue, Minha aceitação: Faça-se Tua vontade, não a Minha..." 
 

Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro!

 

As quatorze estações da Via Crúcis

1.      Estação: Jesus é condenado à morte

2.     Estação: Jesus carrega a cruz às costas

3.     Estação: Jesus cai pela primeira vez

4.     Estação: Jesus encontra a sua Mãe

5.     Estação: Simão e Sirineu ajuda a Jesus

6.     Estação: Veronica limpa o rosto de Jesus

7.     Estação: Jesus cai pela segunda vez

8.     Estação: Jesus encontra as mulheres de Jerusalém

9.     Estação: Terceira queda de Jesus

10.  Estação: Jesus é despojado de suas vestes

11.  Estação: Jesus é pregado na cruz

12.  Estação: Jesus morre na cruz

13.  Estação: Jesus morto nos braços de sua mãe

14.  Estação: Jesus é enterrado

 


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